Educação no Brasil O Estado de S. Paulo
Vida
BR
Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
ENTREVISTA
Martin Carnoy, Economista e professor da Universidade de Stanford
Para o economista e educador norte-americano Martin Carnoy, o Brasil precisa investir melhor na formação não só de seus professores, mas também dos diretores e ds equipe de apoio das escolas. Carnoy estará no Brasil em agosto, para o encontro internacional de educação Sala Mundo Curitiba 2011 (www.salamundo.com.br). Leia abaixo a entrevista que ele concedeu ao Estado. O sr. escreveu um livro sobre o sistema educacional cubano (A vantagem acadêmica de Cuba). Quais lições o Brasil pode aprender com os cubanos? O Brasil deve continuar sua luta contra a pobreza infantil. Embora Cuba seja um país de baixa renda, as crianças são saudáveis e bem alimentadas e não enfrentam a violência cotidiana. Elas não sofrem as condições associadas à pobreza que têm um efeito esmagador sobre a capacidade de aprender. Além disso, o Brasil precisa formar melhor seus professores. Os cubanos são mais bem treinados para ensinar. O Brasil também precisa fazer um trabalho muito melhor de treinamento dos diretores, para eles se certificarem de que os professores estão ensinando bem o currículo. Os diretores de escolas cubanas têm uma ideia muito bem formada sobre como fiscalizar e ajudar os professores a ensinarem bem o currículo nacional. O Brasil precisa se certificar de que os padrões curriculares nacionais sejam ensinados em todas as escolas. Cuba é um país muito menor, mas as normas são aplicadas em toda ilha. Por fim, na maioria das escolas brasileiras, as crianças têm apenas algumas horas de aula por dia. Em Cuba, as crianças estão na escola o dia inteiro. Quais diferenças o sr. vê entre os sistemas educacionais de Brasil e Cuba? Em Cuba, aonde quer que você vá, você vê um nível semelhante e o mesmo método de ensino. Embora nem todo professor em Cuba seja um grande professor. No Brasil, há uma variação enorme na qualidade do ensino de sala de aula para sala de aula. Além disso, o nível de conhecimento dos professores é muito maior em Cuba do que no Brasil. Isso se deve, em parte, à formação de professores, que é muito melhor em Cuba. Professores cubanos passaram por melhores escolas do que professores brasileiros. São melhores em matemática, linguagem e ciências antes mesmo de entrarem na universidade. O que faz um bom sistema educacional? Crianças saudáveis e bem alimentadas que foram inseridas em um ambiente acadêmico rico em casa ou em uma pré-escola de qualidade antes de ingressarem na escola primária; professores bem treinados, que dominam os assuntos e se sentem confiantes frente a um currículo de alto nível; administradores que têm uma ideia clara do que é um bom ensino e são capazes de ajudar cada professor; e, por fim, que o dia na escola tenha mais aprendizado do que as crianças têm hoje. O Brasil teve um grande avanço no último Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). É um sinal que a educação melhorará? Sim, não há dúvidas de que o Brasil teve grandes ganhos em matemática e avanços menores, mas ainda significativos, em leitura desde o Pisa 2000 e mesmo desde a edição de 2006. México e Chile também deram grandes passos. Isso é bom. O único cuidado que eu teria ao analisar essa situação é que ela depende do tamanho da amostra brasileira que faz as provas do Pisa.
QUEM É
Martin Carnoy é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e professor na Universidade Stanford (EUA). Seu último livro é A vantagem acadêmica de Cuba.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
ATRASO ESCOLAR
Educação no Brasil
Folha de S. Paulo
Opinião
BR
Editoriais editoriais@uol.com.br
Os avanços da educação no Brasil, em décadas recentes, têm trazido consigo resultados a um só tempo ambíguos e preocupantes. A inclusão da quase totalidade das crianças de até 14 anos no ensino fundamental (que hoje vai do 1º ao 9º ano), durante a década de 1990, por exemplo, provocou inicialmente uma inevitável queda no nível médio de aproveitamento dos alunos na rede pública.
De forma mais lenta do que seria desejável, já se constata, nos últimos anos, uma elevação no rendimento escolar dessa parcela de estudantes. Ao que tudo indica, fenômeno análogo ocorre agora com o aumento da fração de alunos do ensino fundamental que estão fora da série adequada para a sua idade, segundo números recém-divulgados pelo governo federal. Em condições ideais, uma criança deve ingressar na escola aos seis anos e chegar ao ensino médio aos 14. Um estudante é considerado defasado em sua trajetória escolar quando tem pelo menos três anos a mais do que o condizente com a série em que estuda, de acordo com esse critério. Dados do Ministério da Educação mostraram que, no ano passado, a parcela de estudantes do ensino fundamental nessa situação chegou a 23,6% do total, cerca de 7 milhões de crianças e adolescentes. Em 2008, a taxa era de 22,1%. O problema se concentra, no entanto, nos anos finais da formação fundamental, uma vez que o número de alunos que entram com atraso na primeira série desse ciclo tem diminuído. Ou seja, cada vez mais, adolescentes e jovens que antes desistiam da escola sem conseguir chegar ao ensino médio têm preferido permanecer em sala de aula, mesmo com considerável atraso em relação a seus colegas. Os desafios para esses estudantes são tão grandes quanto os que se impõem aos responsáveis por sua educação. Quanto maior a defasagem entre um aluno e a série em que está matriculado, maiores as chances de ele vir a desistir da educação formal. Não à toa, as taxas de abandono no ensino médio ainda são muito altas no Brasil, ficando próximas dos 20%. Para trazê-las a níveis aceitáveis, é preciso reduzir a idade média dos alunos que chegam a essa etapa da formação escolar, diminuindo o percentual de estudantes defasados nos anos finais do ensino fundamental. Reproduzir, entre adolescentes e jovens, o processo de inclusão que levou a quase totalidade das crianças brasileiras à escola será, portanto, ainda mais difícil. Nesse caso, a quantidade depende ainda mais estreitamente da qualidade. Só o investimento na melhoria do ensino, com treinamento adequado dos professores e atenção especial aos alunos atrasados e repetentes, será capaz de aumentar as taxas de aprovação no ensino fundamental e mitigar as atuais distorções de aprendizagem e de trajetória escolar no Brasil.
Folha de S. Paulo
Opinião
BR
Editoriais editoriais@uol.com.br
Os avanços da educação no Brasil, em décadas recentes, têm trazido consigo resultados a um só tempo ambíguos e preocupantes. A inclusão da quase totalidade das crianças de até 14 anos no ensino fundamental (que hoje vai do 1º ao 9º ano), durante a década de 1990, por exemplo, provocou inicialmente uma inevitável queda no nível médio de aproveitamento dos alunos na rede pública.
De forma mais lenta do que seria desejável, já se constata, nos últimos anos, uma elevação no rendimento escolar dessa parcela de estudantes. Ao que tudo indica, fenômeno análogo ocorre agora com o aumento da fração de alunos do ensino fundamental que estão fora da série adequada para a sua idade, segundo números recém-divulgados pelo governo federal. Em condições ideais, uma criança deve ingressar na escola aos seis anos e chegar ao ensino médio aos 14. Um estudante é considerado defasado em sua trajetória escolar quando tem pelo menos três anos a mais do que o condizente com a série em que estuda, de acordo com esse critério. Dados do Ministério da Educação mostraram que, no ano passado, a parcela de estudantes do ensino fundamental nessa situação chegou a 23,6% do total, cerca de 7 milhões de crianças e adolescentes. Em 2008, a taxa era de 22,1%. O problema se concentra, no entanto, nos anos finais da formação fundamental, uma vez que o número de alunos que entram com atraso na primeira série desse ciclo tem diminuído. Ou seja, cada vez mais, adolescentes e jovens que antes desistiam da escola sem conseguir chegar ao ensino médio têm preferido permanecer em sala de aula, mesmo com considerável atraso em relação a seus colegas. Os desafios para esses estudantes são tão grandes quanto os que se impõem aos responsáveis por sua educação. Quanto maior a defasagem entre um aluno e a série em que está matriculado, maiores as chances de ele vir a desistir da educação formal. Não à toa, as taxas de abandono no ensino médio ainda são muito altas no Brasil, ficando próximas dos 20%. Para trazê-las a níveis aceitáveis, é preciso reduzir a idade média dos alunos que chegam a essa etapa da formação escolar, diminuindo o percentual de estudantes defasados nos anos finais do ensino fundamental. Reproduzir, entre adolescentes e jovens, o processo de inclusão que levou a quase totalidade das crianças brasileiras à escola será, portanto, ainda mais difícil. Nesse caso, a quantidade depende ainda mais estreitamente da qualidade. Só o investimento na melhoria do ensino, com treinamento adequado dos professores e atenção especial aos alunos atrasados e repetentes, será capaz de aumentar as taxas de aprovação no ensino fundamental e mitigar as atuais distorções de aprendizagem e de trajetória escolar no Brasil.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
A melhor definição de GLOBALIZAÇÃO que os professores nunca ensinaram
Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta: A Morte da Princesa Diana.
Pergunta: Por quê?
Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por uma brasileira, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia
Isto é *GLOBALIZAÇÃO* (Luiz Fernando Veríssimo)
Resposta: A Morte da Princesa Diana.
Pergunta: Por quê?
Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por uma brasileira, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia
Isto é *GLOBALIZAÇÃO* (Luiz Fernando Veríssimo)
A ARTE DE SER FELIZ
Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Ás vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
(Cecília Meireles)
Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Ás vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
(Cecília Meireles)
ESSA MENSAGEM É PRA V0CÊ QUE SE TORNOU MUITO IMPORTANTE NA MINHA VIDA VIRTUAL E REAL
.Esta mensagem é uma homenagem ao amigo virtual.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam a amizade virtual não é fria, impessoal e desprovida de sentimento. Não, bem pelo contrário, a amizade virtual é singela, surpreendente e sincera.
O amigo virtual é aquele que mesmo nunca tendo nos visto pessoalmente, nos admira e respeita pela nossa essência. Não importa se somos brancos, negros, altos, baixos, gordos, magros... Não importa se temos carro do ano, se a nossa casa é rica ou se não temos nada. A distância também não é um problema, pois a amizade virtual é também universal.
É aquela pessoa que nos manda recadinhos carinhosos todos os dias, um bom dia, uma boa noite... Muitas vezes apenas nos encaminha vez ou outra, os e-mails que recebeu dos outros amigos, mas nunca nos esquece. E como isso faz bem!
E quantas vezes Deus se utiliza desta amizade para dar respostas às nossas orações. Sabe aquele problema que não sabemos como resolver, daí oramos muito e pedimos a ajuda divina. De repente, alguém nos encaminha uma mensagem bonita que nos diz exatamente o que estávamos precisando naquele momento. Não é coincidência. É Deus falando conosco através do amigo virtual.
E é por esse e por muitos outros motivos que quero hoje, através desta mensagem, deixar a você "AMIGO", um abraço muito carinhoso e dizer MUITO OBRIGADO. Você é muito importante...
Você faz parte da minha história de vida... Obrigado por você existir... Com carinho. LUZIA
Ao contrário do que muitas pessoas pensam a amizade virtual não é fria, impessoal e desprovida de sentimento. Não, bem pelo contrário, a amizade virtual é singela, surpreendente e sincera.
O amigo virtual é aquele que mesmo nunca tendo nos visto pessoalmente, nos admira e respeita pela nossa essência. Não importa se somos brancos, negros, altos, baixos, gordos, magros... Não importa se temos carro do ano, se a nossa casa é rica ou se não temos nada. A distância também não é um problema, pois a amizade virtual é também universal.
É aquela pessoa que nos manda recadinhos carinhosos todos os dias, um bom dia, uma boa noite... Muitas vezes apenas nos encaminha vez ou outra, os e-mails que recebeu dos outros amigos, mas nunca nos esquece. E como isso faz bem!
E quantas vezes Deus se utiliza desta amizade para dar respostas às nossas orações. Sabe aquele problema que não sabemos como resolver, daí oramos muito e pedimos a ajuda divina. De repente, alguém nos encaminha uma mensagem bonita que nos diz exatamente o que estávamos precisando naquele momento. Não é coincidência. É Deus falando conosco através do amigo virtual.
E é por esse e por muitos outros motivos que quero hoje, através desta mensagem, deixar a você "AMIGO", um abraço muito carinhoso e dizer MUITO OBRIGADO. Você é muito importante...
Você faz parte da minha história de vida... Obrigado por você existir... Com carinho. LUZIA
AMIGOS VIRTUAIS
Olá... Tom Jobim já dizia “que é impossível ser feliz sozinho”, falando das coisas do coração. Mas antes de ter um amor, é preciso ter amigos. Os verdadeiros amigos são eternos, nos acompanham em nossa caminhada, nos momentos bons e ruins e principalmente conseguem aceitar mais facilmente como realmente somos e com certeza vão nos ajudar a superar os dissabores da vida. Com este intuito quero homenageá-la com o poema da amizade, de Machado de Assis: BONS AMIGOS Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir. Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende. Amigo a gente sente! Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar. Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende. Amigo a gente entende! Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar. Porque amigo sofre e chora. Amigo não tem hora pra consolar! Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade. Porque amigo é a direção. Amigo é a base quando falta o chão! Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros. Porque amigos são herdeiros da real sagacidade. Ter amigos é a melhor cumplicidade! Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho, Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas! BEIJOS COM CARINHO. LUZIA
E ASSIM DEPOIS DE MUITO ESPERAR
Num dia como outros quaisquer decidiram triunfar.
Decidi não esperar as oportunidades e sim eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver em cada deserto como uma possibilidade de encontrar um Oasis. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. Decidi ver cada dia como
uma nova oportunidade de ser feliz. Naquele dia descobri
que meu único rival, não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única melhor forma de superá-las. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez nunca tivesse sido. Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber
melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar
melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar
lá em cima e, sim, deixar de subir. Aprendi que o
melhor triunfo é poder chamar alguém de "AMIGO".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento. O amor é uma filosofia de vida. Naquele dia, deixei de ser um reflexo de meus escassos triunfos passado. Que passa a ser uma tênue luz do presente. Aprendi que nada deve ser luz, se não iluminar o caminho dos demais. Naquele dia decidi trocar tantas coisas... Naquele dia, aprendi
melhor triunfo é poder chamar alguém de "AMIGO".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento. O amor é uma filosofia de vida. Naquele dia, deixei de ser um reflexo de meus escassos triunfos passado. Que passa a ser uma tênue luz do presente. Aprendi que nada deve ser luz, se não iluminar o caminho dos demais. Naquele dia decidi trocar tantas coisas... Naquele dia, aprendi
que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia, já não durmo para descansar.
Simplesmente durmo para sonhar. (Walt Disney)
quinta-feira, 7 de julho de 2011
RECORDAR O TEMPO QUE NÃO VOLTA MAIS
UM PRESENTE PARA VOCÊ RECORDAR O TEMPO QUE NÃO VOLTA MAIS!...
Clique no nome da música e aguarde por uns instantes enquanto o disco é posto para tocar. Você ouve a música, vê a letra e toda a historia da música , compositor e interprete. Realmente é pra recordar e guardar... Música brasileira de todos os tempos e para todos os gostos...
1800 Colinas (1974)
A Banda (1965)
A canção tocou na hora errada (1999)
A Deusa da Minha Rua (1940)
A Deusa dos Orixás (1975)
A Flor e o Espinho (1964)
A Loba (2001)
A Miragem (2001)
A Noite Do Meu Bem (1959)
A paz do meu amor (1974)
A Praça (1967)
Adeus Cinco Letras que choram (1947)
Agonia (1980)
Águas de Março (1972)
Ainda lembro (1994)
Alegria Alegria (1967)
Alguém como tu (1952)
Alma (1982)
Alma Gêmea (1995)
Alvorada no Morro (1973)
Amélia (1941)
Amor e Sexo (2003)
Andança (1968)
Anos Dourados (1986)
Ao que vai chegar (1984)
Apelo (1967)
Apesar de Você?? (1972)
Argumento (1975)
Arrastão (1965)
As Loucuras de uma Paixão (1997)
Atire a Primeira Pedra (1944)
Atrás da Porta (1972)
Ave Maria no Morro (1942)
Baila Comigo (1980)
Balada do Louco (1982)
Bandolins (1979)
Beija eu (1991)
Bem Querer (1998)
Bilhete (1980)
Brasil (1988)
Brasileirinho (1949)
Brigas (1966)
Caça e Caçador (1997)
Caçador de mim (1980)
Café da Manhã (1978)
Cama e Mesa (1984)
Caminhando (1968)Caminhemos (1947)
Canta Canta minha gente (1974)
Cantiga por Luciana (1969)
Canto das Três Raças (1974)
Carolina (1967)
Lança Perfume (1980)
Laranja Madura (1966)
Lenha (1999)
Loucura (1979)
Madalena (1970)
Mal Acostumado (1998)
Marina (1947)
Mas que nada (1963)
Matriz ou Filial (1964)
Me dê Motivo (1983)
Mel na Boca (1985)
Menino do Rio (1980)
Mensagem (1946)
Meu Bem Meu Mal (1981)
Meu Bem Querer (1980)
Meu ébano (2005)
Meu mundo e nada mais (1976)
Minha Namorada (1962)
Modinha (1968)
Molambo (1953)
Momentos (1983)
Mulher de Trinta (1960)
Mulher Ideal (2002)
Mulheres (1998)
Namoradinha de um amigo meu (1965)
Não deixe o samba morrer (1975)
Naquela Mesa (1970)
Negue (1960)
Ninguém Me Ama (1952)
Nobre Vagabundo (1996)
Noite dos Mascarados (1967)
Nos bailes da vida (1981)
Nuvens (1995)
O Barquinho (1961)
O Bêbado e a Equilibrista (1979)
O Caderno (1983)
O Canto da Cidade (1992)
O Mar Serenou (1975)
O que é o que é (1982)
O Surdo (1975)
O Último romântico (1984)
Oceano (1989)
Olho por Olho (1977)
Ontem (1988)
Os Amantes (1977)
Ouça (1957)
Outra Vez (1977)
País Tropical (1969)
Paixão (1981)
Papel Machê (1984)
Paratodos (1993)
Partituras (1995)
Passarela no ar (2006)
Pedacinhos (1983)
Pedaço de Mim (1979)
Pela Luz dos Olhos Teus (1977)
Iracema (1956)
Judia de Mim (1986)
Juí¬zo Final (1976)
Lábios de Mel (1955)
Um Homem também chora (1983)
Upa Neguinho (1967)
Viajante (1989) Viola Enluarada (1967)
Você (1974)
Você abusou (1971)
Você é Linda (1983)
Você passa eu acho graça (1968)
Volta por cima (1962)
Wave (1977)
Castigo (1958)
Chama da Paixão (1994)
Chega de Saudade (1958)
Chove Chuva (1963)
Chuvas de Verão (1949)
Cio da Terra (1976)
Codinome Beija Flor (1985)
Coisinha do Pai (1979)
Começar de Novo (1978)
Começaria Tudo Outra Vez (1976)
Como Uma Onda (1983)
Conceição (1956)
Conselho (1986)
Conto de Areia (1974)
Copacabana (1947)
Coração de Estudante (1983)
Dança da Solidão (1972)
Dandara (2005)
De volta pro meu aconchego (1985)
Desabafo (1979)
Desafinado (1958)
Desenho de Deus (2006)
Deslizes (1989)
Detalhes (1970)
Devagar... Devagarinho (1995)
Dez a Um (1997)
Dindi (1959)
Disparada (1965)
Dois (1997)
E daí (1959)
Encontro das águas (1993)
Encontros e Despedidas (1985)
Epitáfio (2001)
Espanhola (1999)
Esse seu olhar (1959)
Estão voltando as flores (1961)
Estranha Loucura (1987)
Estrela do Mar (1952)
Eu não existo sem você (1958)
Eu Sei (2004)
Eu Sei Que Vou Te Amar (1958)
Eu sonhei que tu estavas tão linda (1942)
Evocação nº 2 (1958)
Evocação nº 1 (1957)
Faz parte do meu show (1988)
Festa de Arromba (1964)
Foi Assim (1977)
Foi um Rio que passou em minha vida (1970)
Folhas Secas (1973)
Fonte da Saudade (1980)
Fotografia (1967)
Gabriela (1975)
Garota de Ipanema (1962)
Gente Humilde (1969)
Gostava Tanto de Você (1973)
Gota D'Água (1976)
Grito de Alerta (1979)
Hoje (1966)
Poema do Adeus (1961)
Por mais que eu tente (2005)
Pra Você (1972)
Preciso aprender a ser só (1965)
Prova de Fogo (1967)
Purpurina (1982)
Quando eu me chamar Saudade (1974)
Quarto de Hotel (1980)
Quem é Você (1995)
Recado (1990)
Regra Três (1973)
Resposta ao Tempo (1998)
Retalhos de cetim (1973)
Roda Viva (1967)
Ronda (1953)
Rosa de Hiroshima (1973)
Saigon (1989)
Samba de Orly (1971)
Samba de uma Nota Só (1960)
Samba do Avião (1967)
Samba do crioulo doido (1968)
Samba em prelúdio (1962)
Samba pra Vinicius (1980)
Samurai (1982)
Saudosa Maloca (1955)
SE (1992)
Se eu quiser falar com DEUS (1980)
Se não é amor (2005)
Se quer saber (2002)
Se queres saber (1977)
Se Todos Fossem Iguais a Você (1957)
Sem Fantasia (1967)
Seu Corpo (1975)
Só Louco (1976)
Só Pra Contrariar (1986)
Sol de Primavera (1994)
Sonhos (1994)
Sozinho (1999)
Sufoco (1978)
Ta na Cara (1998)
Tem coisas que a gente não tira do coração (1996)
Tereza da praia (1954)
Tigresa (1977)
Tiro ao Álvaro (1980)
To Voltando (1979)
Toada (1979)
Todo o Sentimento (1987)
Travessia (1967)
Trem das Onze (1965)
Tristeza pé no chão (1972)
Tudo com você (1983)
Última Inspiração (1940)
Um certo alguém (1983)
Um Dia de Domingo (1985)
Vai Passar (1984)
Valsinha (1971)
Vê se me erra (1992)
Velho Realejo (1940)
Verde (1985)
Viagem (1973)
Luzia do Carmo Rosa
Um beijo no seu coração.
Clique no nome da música e aguarde por uns instantes enquanto o disco é posto para tocar. Você ouve a música, vê a letra e toda a historia da música , compositor e interprete. Realmente é pra recordar e guardar... Música brasileira de todos os tempos e para todos os gostos...
1800 Colinas (1974)
A Banda (1965)
A canção tocou na hora errada (1999)
A Deusa da Minha Rua (1940)
A Deusa dos Orixás (1975)
A Flor e o Espinho (1964)
A Loba (2001)
A Miragem (2001)
A Noite Do Meu Bem (1959)
A paz do meu amor (1974)
A Praça (1967)
Adeus Cinco Letras que choram (1947)
Agonia (1980)
Águas de Março (1972)
Ainda lembro (1994)
Alegria Alegria (1967)
Alguém como tu (1952)
Alma (1982)
Alma Gêmea (1995)
Alvorada no Morro (1973)
Amélia (1941)
Amor e Sexo (2003)
Andança (1968)
Anos Dourados (1986)
Ao que vai chegar (1984)
Apelo (1967)
Apesar de Você?? (1972)
Argumento (1975)
Arrastão (1965)
As Loucuras de uma Paixão (1997)
Atire a Primeira Pedra (1944)
Atrás da Porta (1972)
Ave Maria no Morro (1942)
Baila Comigo (1980)
Balada do Louco (1982)
Bandolins (1979)
Beija eu (1991)
Bem Querer (1998)
Bilhete (1980)
Brasil (1988)
Brasileirinho (1949)
Brigas (1966)
Caça e Caçador (1997)
Caçador de mim (1980)
Café da Manhã (1978)
Cama e Mesa (1984)
Caminhando (1968)Caminhemos (1947)
Canta Canta minha gente (1974)
Cantiga por Luciana (1969)
Canto das Três Raças (1974)
Carolina (1967)
Lança Perfume (1980)
Laranja Madura (1966)
Lenha (1999)
Loucura (1979)
Madalena (1970)
Mal Acostumado (1998)
Marina (1947)
Mas que nada (1963)
Matriz ou Filial (1964)
Me dê Motivo (1983)
Mel na Boca (1985)
Menino do Rio (1980)
Mensagem (1946)
Meu Bem Meu Mal (1981)
Meu Bem Querer (1980)
Meu ébano (2005)
Meu mundo e nada mais (1976)
Minha Namorada (1962)
Modinha (1968)
Molambo (1953)
Momentos (1983)
Mulher de Trinta (1960)
Mulher Ideal (2002)
Mulheres (1998)
Namoradinha de um amigo meu (1965)
Não deixe o samba morrer (1975)
Naquela Mesa (1970)
Negue (1960)
Ninguém Me Ama (1952)
Nobre Vagabundo (1996)
Noite dos Mascarados (1967)
Nos bailes da vida (1981)
Nuvens (1995)
O Barquinho (1961)
O Bêbado e a Equilibrista (1979)
O Caderno (1983)
O Canto da Cidade (1992)
O Mar Serenou (1975)
O que é o que é (1982)
O Surdo (1975)
O Último romântico (1984)
Oceano (1989)
Olho por Olho (1977)
Ontem (1988)
Os Amantes (1977)
Ouça (1957)
Outra Vez (1977)
País Tropical (1969)
Paixão (1981)
Papel Machê (1984)
Paratodos (1993)
Partituras (1995)
Passarela no ar (2006)
Pedacinhos (1983)
Pedaço de Mim (1979)
Pela Luz dos Olhos Teus (1977)
Iracema (1956)
Judia de Mim (1986)
Juí¬zo Final (1976)
Lábios de Mel (1955)
Um Homem também chora (1983)
Upa Neguinho (1967)
Viajante (1989) Viola Enluarada (1967)
Você (1974)
Você abusou (1971)
Você é Linda (1983)
Você passa eu acho graça (1968)
Volta por cima (1962)
Wave (1977)
Castigo (1958)
Chama da Paixão (1994)
Chega de Saudade (1958)
Chove Chuva (1963)
Chuvas de Verão (1949)
Cio da Terra (1976)
Codinome Beija Flor (1985)
Coisinha do Pai (1979)
Começar de Novo (1978)
Começaria Tudo Outra Vez (1976)
Como Uma Onda (1983)
Conceição (1956)
Conselho (1986)
Conto de Areia (1974)
Copacabana (1947)
Coração de Estudante (1983)
Dança da Solidão (1972)
Dandara (2005)
De volta pro meu aconchego (1985)
Desabafo (1979)
Desafinado (1958)
Desenho de Deus (2006)
Deslizes (1989)
Detalhes (1970)
Devagar... Devagarinho (1995)
Dez a Um (1997)
Dindi (1959)
Disparada (1965)
Dois (1997)
E daí (1959)
Encontro das águas (1993)
Encontros e Despedidas (1985)
Epitáfio (2001)
Espanhola (1999)
Esse seu olhar (1959)
Estão voltando as flores (1961)
Estranha Loucura (1987)
Estrela do Mar (1952)
Eu não existo sem você (1958)
Eu Sei (2004)
Eu Sei Que Vou Te Amar (1958)
Eu sonhei que tu estavas tão linda (1942)
Evocação nº 2 (1958)
Evocação nº 1 (1957)
Faz parte do meu show (1988)
Festa de Arromba (1964)
Foi Assim (1977)
Foi um Rio que passou em minha vida (1970)
Folhas Secas (1973)
Fonte da Saudade (1980)
Fotografia (1967)
Gabriela (1975)
Garota de Ipanema (1962)
Gente Humilde (1969)
Gostava Tanto de Você (1973)
Gota D'Água (1976)
Grito de Alerta (1979)
Hoje (1966)
Poema do Adeus (1961)
Por mais que eu tente (2005)
Pra Você (1972)
Preciso aprender a ser só (1965)
Prova de Fogo (1967)
Purpurina (1982)
Quando eu me chamar Saudade (1974)
Quarto de Hotel (1980)
Quem é Você (1995)
Recado (1990)
Regra Três (1973)
Resposta ao Tempo (1998)
Retalhos de cetim (1973)
Roda Viva (1967)
Ronda (1953)
Rosa de Hiroshima (1973)
Saigon (1989)
Samba de Orly (1971)
Samba de uma Nota Só (1960)
Samba do Avião (1967)
Samba do crioulo doido (1968)
Samba em prelúdio (1962)
Samba pra Vinicius (1980)
Samurai (1982)
Saudosa Maloca (1955)
SE (1992)
Se eu quiser falar com DEUS (1980)
Se não é amor (2005)
Se quer saber (2002)
Se queres saber (1977)
Se Todos Fossem Iguais a Você (1957)
Sem Fantasia (1967)
Seu Corpo (1975)
Só Louco (1976)
Só Pra Contrariar (1986)
Sol de Primavera (1994)
Sonhos (1994)
Sozinho (1999)
Sufoco (1978)
Ta na Cara (1998)
Tem coisas que a gente não tira do coração (1996)
Tereza da praia (1954)
Tigresa (1977)
Tiro ao Álvaro (1980)
To Voltando (1979)
Toada (1979)
Todo o Sentimento (1987)
Travessia (1967)
Trem das Onze (1965)
Tristeza pé no chão (1972)
Tudo com você (1983)
Última Inspiração (1940)
Um certo alguém (1983)
Um Dia de Domingo (1985)
Vai Passar (1984)
Valsinha (1971)
Vê se me erra (1992)
Velho Realejo (1940)
Verde (1985)
Viagem (1973)
Luzia do Carmo Rosa
Um beijo no seu coração.
Mate as Mate as saudades dessas músicas que embalaram os sonhos de várias gerações... dos amassos no portão,das tardes de Domingo, dos amores possíveis e impossíveis. Hummmm...tempo bom esse. Agora,se vce não é desse tempo...que pena. Beijinhossss
A Cigana A Deusa da minha Rua
A Distância
A Garota do Baile
A Janela
A Menina e o Poeta
Nossa Canção
Nasci para chorar
Ninguém vai tirar Você de mim
Nosso Amor
O Amor é Mais
O Baile da Fazenda
A Montanha
A Namorada
A Palavra Adeus
A Primeira Vez
A Volta
Abandono
O Calhambeque
O Côncavo e o Convexo
O Grande Amor da minha Vida
O Moço Velho
O Negro Gato
O Portão
Acalanto
Agora eu sei
Além do Horizonte
Alo
Amada Amante
Amapola
O Show já terminou
O Tempo vai apagar
O velho homem do mar
Oh meu imenso Amor
Oração de um Triste
Os Mexericos da Candinha
Amigo
Amor Perfeito
Amor sem Limites
Ana
Arrasta uma Cadeira
As Canções que você fez prá mim
Os seus Botões
O Terço
Outra Vez
Outra Vez - Acústico
Palavras
Parei na Contra Mão
As Curvas da Estrada de Santos
As Flores do Jardim de nossa Casa
As vezes penso
Ave Maria de Schubert
Brucutu
Café da Manhã
Parei, Olhei
Passatempo
Pergunte pro seu Coração
Por Amor
Porisso corro demais
Prá Sempre
Cama e Mesa
Caminhoneiro
Cartas de Amor
Cavalgada
Cheirosa
Ciúme de Você
Prá ser só minha Mulher
Preciso chamar sua atenção
Preciso de Você
Primeira Vez
Promessa
Proposta
Coimbra
Coisa bonita
Como as ondas do mar
Como dois e dois
Como é bom saber
Como é grande o meu amor por você
Quando
Quando a gente ama
Quase fui lhe procurar
Quero lhe falar de meu Amor
Quero que vá tudo para o Inferno
Que será de ti
Como eu te amo
Como vai Você
Coração Sertanejo
Custe o que Custar
De coração para coração
De que vale tudo isso
Recordações e Nada Mais
Rosinha
Rosita
Rotina
Sabores
Se o Amor se vai
De tanto Amor
Desabafo
Despedida
Detalhes
Diga-me Coisas Bonitas
Dizem que um Homem não deve chorar
Sentado à Beira do Caminho
Sinto muito minha amiga
Sonho Lindo
Splish Splash
Sua Estupidez
Tente Esquecer
Do Fundo do Meu Coração
Do outro lado da cidade
É Papo firme
É preciso saber viver
É proibido fumar
Emoções
Ternura
Todos estão surdos
Um Jeito Estúpido de te amar
Uma palavra amiga
Vivo por ela
Você me pediu
Escreva uma Carta
Eu amo demais
Eu daria a minha Vida
Eu disse Adeus
Eu e ela
Eu estou apaixonado por Você
Você deixou alguém a lhe esperar
Você em minha vida
Você já me esqueceu
Você mexeu com a minha vida
Você não sabe
120, 150, 200 km por Hora
Eu nunca te esqueci
Eu preciso de você
Roberto Carlos em Castelhano
Eu sou terrível
Eu te amo, te amo, te amo
Eu te amo tanto
Eu te darei o Céu
Falando Sério
Fera Ferida
Abrazame asi
Cama y mesa
Candilejas
Canzone per te
Concavo y convexo
Cosas del Corazon
Folhas de Outono
Força Estranha
Gosto de tudo
Gosto do Jeitinho dela
Historia de Amor
Ilegal, imoral ou engorda
De repente el amor
Detalles
El amor y la moda
El dia que me quieras
El huma huaqueno
El simbolo sexual
Imagine
Índia
Insensatez
Jesus Cristo
Jovens Tardes de Domingo
Jura-me
Esta tarde vi llover
La Montana
La musica suave
La ultima cancion
Lady Laura
Mi querido mi viejo
Lobo Mau
Luzes da Ribalta
Maria Carnaval e Cinzas
Maior que o meu Amor
Mais uma vez
Malena
Mis amores
Pajaro herido
Que sera de ti
Si el amor se va
Solamente una vez
Sus botones
Me conte sua História
Meu Pequeno Cachoeiro
Moço Bom
Tengo que olvidar
Un gatto nel blu
Un millon de amigos
Momentos tão Bonitos
Mucuripe
Mulher de 40
Mulher pequena
Roberto Carlos em Inglês
Loving You
Na Janela
Na Paz de teu Sorriso
Namoradinha de um Amigo meu
O “pessimismo” chileno e o “otimismo” brasileiro
6 de julho de 2011
O “pessimismo” chileno e o “otimismo” brasileiro
A editora da revista Veja, Malu Gaspar, foi ao Chile em março conhecer a educação daquele país e buscar compreender o sucesso de suas reformas educacionais. Ela escreveu um longo artigo sobre a educação no Chile, comentado neste blog.
O fato de uma repórter da maior revista do Brasil ter ido ao Chile buscar inspiração para o nosso sistema educacional chamou a atenção dos meios de comunicação chilenos. A última edição da revista semanal Qué Pasa, a maior do país, traz um artigo da editora a respeito de sua viagem. Os chilenos estavam interessados em saber o que nós brasileiros vemos no Chile. O artigo de Malu, bem como a reação dos chilenos ao sucesso, é o retrato de como uma cultura que não se contenta com pouco tem ajudado o país a melhorar de maneira consistente no quesito educação. Se hoje os estudantes universitários chilenos se mobilizam de maneira massiva é porque a maioria dos jovens chilenos já alcança este nível de ensino no país, e sua qualidade passa, então, a ser tema central da agenda nacional. Estamos muito longe disso, como mostra o artigo de Malu, que reproduzo em português abaixo.
O verdadeiro exemplo chileno
Malu Gaspar, editora da revista Veja, em artigo para a revista Qué Pasá: Diz o ditado que um copo pode estar meio cheio ou meio vazio — depende de quem o vê. A frase me pareceu especialmente adequada ao Chile, onde estive em março, produzindo uma reportagem para a revista VEJA sobre os avanços da educação no país. A ideia da matéria surgiu da divulgação, no final de 2010, dos resultados do Pisa, exame internacional realizado pela organização dos países desenvolvidos (OCDE) com jovens de 15 anos em 65 países. O Chile avançou 40 pontos na prova de habilidades de leitura desde a primeira avaliação, em 2000, e consolidou-se como o mais bem sucedido exemplo de transformação do ensino na América Latina. Em todo o mundo, apenas o Peru, que partiu de um patamar muito baixo, conseguiu tamanha evolução. No entanto, ao ler os jornais locais, eu tinha a impressão de haver desembarcado em um país em crise educacional. Teria eu sido enganada por uma análise excessivamente otimista, feita por gringos, ou os chilenos é que eram muito negativos? Nem uma coisa nem outra, concluí ao longo da visita.
Os brasileiros estamos acostumados a ver, mesmo em regiões ricas do país, salas de aula sem carteiras, tetos furados por goteiras, e a falta crônica de material escolar. O dinheiro destinado a suprir tais necessidades frequentemente vai para os bolsos de políticos corruptos, e é normal que as metas sejam esquecidas pelos gestores no momento seguinte ao seu estabelecimento. Professores faltam com frequência, e há graves problemas de disciplina. Quase 20% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola e 30% estão atrasados com relação à sua série. Menos de 20% chegam à faculdade. E, apesar da indignação de alguns setores da sociedade, educação não é assunto para manchete de jornal. No Chile, encontrei escolas com prédios em ordem, salas de aula limpas e organizadas, equipadas com computadores e projetores. Foi um contraste perceber que, ao contrário do que ocorre no Brasil, os professores são treinados para saber, aula a aula, os conteúdos a serem ensinados. E o mais importante: os docentes estão convencidos da importância da meritocracia para o avanço da qualidade do ensino — consenso que, no Brasil, ainda estamos muito longe de atingir. A diferença de nível educacional entre ricos e pobres vem diminuindo de forma acentuada, e 50% dos jovens chilenos chegam à universidade. Um observador brasileiro diria, portanto, que “copo” do Chile está meio cheio.
Isso não quer dizer que os chilenos estejam errados ao cobrar, por exemplo, que os professores saiam das faculdades mais bem preparados, ou que o ensino de inglês seja mais eficaz. Apesar do grande avanço obtido no Pisa, o país ocupa um modesto 44º lugar em um ranking de 65 posições, e tem um desempenho bem abaixo do razoável em ciências e matemáticas. A distância dos resultados obtidos pelos alunos chilenos para os estudantes de países desenvolvidos ainda é grande. Num mundo em que a competitividade de um país é cada vez mais determinada pela qualidade de seu capital humano, a insatisfação com os indicadores educacionais exibida pelos chilenos não é apenas legítima. É condição necessária para manter a qualidade da educação como item prioritário da agenda nacional. Tal cobrança foi capaz de sustentar, ao longo das ultimas duas décadas, um compromisso de todas as forças políticas nacionais em torno do tema. Do ponto de vista de alguém que vivencia um conformismo generalizado com a mediocridade e o uso rotineiro das verbas para a educação como moeda política, essa me pareceu uma conjuntura invejável. Por mais que ainda precise evoluir, a educação no Chile caminha na direção certa. Para os chilenos, quanto mais vazio parecer o copo, melhor.
O “pessimismo” chileno e o “otimismo” brasileiro
A editora da revista Veja, Malu Gaspar, foi ao Chile em março conhecer a educação daquele país e buscar compreender o sucesso de suas reformas educacionais. Ela escreveu um longo artigo sobre a educação no Chile, comentado neste blog.
O fato de uma repórter da maior revista do Brasil ter ido ao Chile buscar inspiração para o nosso sistema educacional chamou a atenção dos meios de comunicação chilenos. A última edição da revista semanal Qué Pasa, a maior do país, traz um artigo da editora a respeito de sua viagem. Os chilenos estavam interessados em saber o que nós brasileiros vemos no Chile. O artigo de Malu, bem como a reação dos chilenos ao sucesso, é o retrato de como uma cultura que não se contenta com pouco tem ajudado o país a melhorar de maneira consistente no quesito educação. Se hoje os estudantes universitários chilenos se mobilizam de maneira massiva é porque a maioria dos jovens chilenos já alcança este nível de ensino no país, e sua qualidade passa, então, a ser tema central da agenda nacional. Estamos muito longe disso, como mostra o artigo de Malu, que reproduzo em português abaixo.
O verdadeiro exemplo chileno
Malu Gaspar, editora da revista Veja, em artigo para a revista Qué Pasá: Diz o ditado que um copo pode estar meio cheio ou meio vazio — depende de quem o vê. A frase me pareceu especialmente adequada ao Chile, onde estive em março, produzindo uma reportagem para a revista VEJA sobre os avanços da educação no país. A ideia da matéria surgiu da divulgação, no final de 2010, dos resultados do Pisa, exame internacional realizado pela organização dos países desenvolvidos (OCDE) com jovens de 15 anos em 65 países. O Chile avançou 40 pontos na prova de habilidades de leitura desde a primeira avaliação, em 2000, e consolidou-se como o mais bem sucedido exemplo de transformação do ensino na América Latina. Em todo o mundo, apenas o Peru, que partiu de um patamar muito baixo, conseguiu tamanha evolução. No entanto, ao ler os jornais locais, eu tinha a impressão de haver desembarcado em um país em crise educacional. Teria eu sido enganada por uma análise excessivamente otimista, feita por gringos, ou os chilenos é que eram muito negativos? Nem uma coisa nem outra, concluí ao longo da visita.
Os brasileiros estamos acostumados a ver, mesmo em regiões ricas do país, salas de aula sem carteiras, tetos furados por goteiras, e a falta crônica de material escolar. O dinheiro destinado a suprir tais necessidades frequentemente vai para os bolsos de políticos corruptos, e é normal que as metas sejam esquecidas pelos gestores no momento seguinte ao seu estabelecimento. Professores faltam com frequência, e há graves problemas de disciplina. Quase 20% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola e 30% estão atrasados com relação à sua série. Menos de 20% chegam à faculdade. E, apesar da indignação de alguns setores da sociedade, educação não é assunto para manchete de jornal. No Chile, encontrei escolas com prédios em ordem, salas de aula limpas e organizadas, equipadas com computadores e projetores. Foi um contraste perceber que, ao contrário do que ocorre no Brasil, os professores são treinados para saber, aula a aula, os conteúdos a serem ensinados. E o mais importante: os docentes estão convencidos da importância da meritocracia para o avanço da qualidade do ensino — consenso que, no Brasil, ainda estamos muito longe de atingir. A diferença de nível educacional entre ricos e pobres vem diminuindo de forma acentuada, e 50% dos jovens chilenos chegam à universidade. Um observador brasileiro diria, portanto, que “copo” do Chile está meio cheio.
Isso não quer dizer que os chilenos estejam errados ao cobrar, por exemplo, que os professores saiam das faculdades mais bem preparados, ou que o ensino de inglês seja mais eficaz. Apesar do grande avanço obtido no Pisa, o país ocupa um modesto 44º lugar em um ranking de 65 posições, e tem um desempenho bem abaixo do razoável em ciências e matemáticas. A distância dos resultados obtidos pelos alunos chilenos para os estudantes de países desenvolvidos ainda é grande. Num mundo em que a competitividade de um país é cada vez mais determinada pela qualidade de seu capital humano, a insatisfação com os indicadores educacionais exibida pelos chilenos não é apenas legítima. É condição necessária para manter a qualidade da educação como item prioritário da agenda nacional. Tal cobrança foi capaz de sustentar, ao longo das ultimas duas décadas, um compromisso de todas as forças políticas nacionais em torno do tema. Do ponto de vista de alguém que vivencia um conformismo generalizado com a mediocridade e o uso rotineiro das verbas para a educação como moeda política, essa me pareceu uma conjuntura invejável. Por mais que ainda precise evoluir, a educação no Chile caminha na direção certa. Para os chilenos, quanto mais vazio parecer o copo, melhor.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O Globo, 01/07/2011 - Rio de Janeiro RJ
Toda criança pode aprender
BEATRIZ CARDOSO e CRISTINA PEREIRA
Todos os anos nascem, em média, no Brasil três milhões de crianças - segundo o Datasus - capazes de aprender e de transformar a nação. Se fizermos um esforço coletivo para olhar esta força nova que ingressa em nossa sociedade ano a ano e se criarmos condições para o presente e futuro desta geração, teremos reais possibilidades de mudança. Muito se fala hoje sobre a importância da educação. De fato, lentamente estamos avançando no valor atribuído a este campo, mas ainda de forma retórica e imediatista. É preciso pensar nas questões macro, nos resultados e nas políticas, mas também criar caminhos sólidos para que pequenos gestos cotidianos que ocorrem na relação com cada criança tenham visibilidade e importância. Se todo adulto que mantém contato com crianças - para quem aprender é quase tão vital quanto respirar - acreditar que elas são capazes de aprender e que aprendem o tempo todo (coisas boas e ruins), haverá disponibilidade para ouvir, acolher, exigir, desafiar e alimentar física e intelectualmente as crianças brasileiras.
O nível de desenvolvimento educacional e cultural que um país atinge é consequência de uma ação coletiva, que envolve diferentes instâncias e instituições. Não é mágica e não é definido por um governo. É resultado da somatória de investimentos. No Brasil, depositamos quase toda a responsabilidade na escola e nos sistemas educacionais. Eles têm, de fato, papel relevante e determinante. No entanto, podemos começar a despertar a força complementar que está adormecida e que pode intervir e qualificar a médio e longo prazos a qualidade da aprendizagem e o vínculo com o conhecimento, base sólida para aprendizagens futuras.
Todos os países que deram saltos qualitativos neste campo e que impactaram a economia a partir - ou com apoio - da educação reconheceram o valor social do conhecimento e a importância de processos de aprendizagem no dia a dia. Um bem simbólico distribuído igualitariamente em toda a sociedade, a partir da crença no potencial de suas crianças. Este simples movimento tem um poder transformador maior do que imaginamos. Uma base cultural se cria com o engajamento de todos os atores sociais. As famílias têm lugar privilegiado para ajudar a transformar o cenário se, desde o nascimento do bebê, forem capazes de acreditar na sua capacidade, sem colocar restrições de ordem racial, de gênero, física ou intelectual. Assim, vamos construir um país intelectualmente poderoso, ambientalmente sustentável e fisicamente saudável. Basta dizer "sim" à afirmação de que toda criança pode aprender.
Toda criança pode aprender
BEATRIZ CARDOSO e CRISTINA PEREIRA
Todos os anos nascem, em média, no Brasil três milhões de crianças - segundo o Datasus - capazes de aprender e de transformar a nação. Se fizermos um esforço coletivo para olhar esta força nova que ingressa em nossa sociedade ano a ano e se criarmos condições para o presente e futuro desta geração, teremos reais possibilidades de mudança. Muito se fala hoje sobre a importância da educação. De fato, lentamente estamos avançando no valor atribuído a este campo, mas ainda de forma retórica e imediatista. É preciso pensar nas questões macro, nos resultados e nas políticas, mas também criar caminhos sólidos para que pequenos gestos cotidianos que ocorrem na relação com cada criança tenham visibilidade e importância. Se todo adulto que mantém contato com crianças - para quem aprender é quase tão vital quanto respirar - acreditar que elas são capazes de aprender e que aprendem o tempo todo (coisas boas e ruins), haverá disponibilidade para ouvir, acolher, exigir, desafiar e alimentar física e intelectualmente as crianças brasileiras.
O nível de desenvolvimento educacional e cultural que um país atinge é consequência de uma ação coletiva, que envolve diferentes instâncias e instituições. Não é mágica e não é definido por um governo. É resultado da somatória de investimentos. No Brasil, depositamos quase toda a responsabilidade na escola e nos sistemas educacionais. Eles têm, de fato, papel relevante e determinante. No entanto, podemos começar a despertar a força complementar que está adormecida e que pode intervir e qualificar a médio e longo prazos a qualidade da aprendizagem e o vínculo com o conhecimento, base sólida para aprendizagens futuras.
Todos os países que deram saltos qualitativos neste campo e que impactaram a economia a partir - ou com apoio - da educação reconheceram o valor social do conhecimento e a importância de processos de aprendizagem no dia a dia. Um bem simbólico distribuído igualitariamente em toda a sociedade, a partir da crença no potencial de suas crianças. Este simples movimento tem um poder transformador maior do que imaginamos. Uma base cultural se cria com o engajamento de todos os atores sociais. As famílias têm lugar privilegiado para ajudar a transformar o cenário se, desde o nascimento do bebê, forem capazes de acreditar na sua capacidade, sem colocar restrições de ordem racial, de gênero, física ou intelectual. Assim, vamos construir um país intelectualmente poderoso, ambientalmente sustentável e fisicamente saudável. Basta dizer "sim" à afirmação de que toda criança pode aprender.
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